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Átina vem da palavra atman que no Sânscrito significa “alma”. Átina nasceu com uma cangalha no pescoço. A cangalha é um artefato que se usa na zona rural para impedir o animal de ultrapassar a cerca. A questão é: a barreira está na cerca ou na cangalha? Em ambas. A cerca nos é externa, mas a cangalha pertence a cada um de nós e diferentemente do animal, podemos tirá-la. Na nossa vida temos muitas cangalhas. Pode ser um sentimento com o qual não sabemos lidar ou um conceito que temos, uma forma de relação que não nos acrescenta ou uma verdade não questionamos.  Átina é um convite a todos para procurarem tirar suas próprias cangalhas. É um exercício de resiliência, de luta diária. Mas é importante saber que as cangalhas existem, e que certas coisas não são naturais e podem sim ser eliminadas.